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Portfólio UGC: como montar o seu (com exemplos)

Portfólio UGC é o que a marca abre antes de fechar com você. Veja as seções, quantas peças mostrar, exemplos para copiar e como começar sem nenhum cliente.

Jules·

Publicado em 17 de agosto de 2026

·

9 min de leitura

Uma criadora fotografa um produto de beleza com o celular para montar sua vitrine de recomendações

Passo a passo

  1. Escolha um nicho só

    Fique em uma ou duas categorias que você realmente usa, como beleza, casa ou comida. Um portfólio focado é muito mais fácil de contratar que um genérico.

  2. Grave de três a cinco amostras

    Filme vídeos curtos com produtos que você já tem em casa: um unboxing, uma demonstração e um depoimento falando para a câmera. Amostras feitas por conta própria já valem como portfólio.

  3. Escreva uma legenda para cada peça

    Coloque uma linha embaixo de cada trabalho com o formato, o gancho usado e o objetivo da peça. É o contexto que transforma um vídeo solto em prova de trabalho.

  4. Reúna tudo num link só

    Junte as suas melhores peças numa página que a marca abre em um toque, com o seu nicho, os seus formatos e o seu contato, e coloque esse link na bio.

  5. Atualize todo mês

    Troque a peça mais fraca pela melhor coisa que você fez no mês e acrescente os trabalhos pagos assim que eles chegarem. Portfólio é lista do melhor agora, não arquivo.

Perguntas frequentes

É uma seleção curta dos seus melhores conteúdos, normalmente de três a oito vídeos ou conjuntos de fotos, reunida num link só. Ele mostra à marca o estilo, os formatos e a qualidade que ela receberia se contratasse você para produzir conteúdo.

Com conteúdo de amostra. Você filma por conta própria, usando produtos que já tem em casa, e apresenta como amostra. Ninguém consegue dizer, olhando o vídeo, se ele foi pago. Muita gente fecha o primeiro trabalho com um portfólio feito só de amostras. Só não invente clientes nem coloque logo de marca com a qual você nunca trabalhou.

De três a cinco peças fortes já bastam para começar, e de oito a dez quando você tiver mais volume. Coerência vale mais que quantidade: a marca vê as duas primeiras e decide, então coloque as melhores no topo e tire qualquer peça fraca.

Em qualquer lugar que a marca abra em um toque, sem baixar arquivo e sem pedir acesso: uma página de link na bio, um site simples ou uma pasta na nuvem. A página com link é a mais prática, porque você atualiza num lugar só e todas as conversas onde já mandou o endereço passam a mostrar a versão nova.

O portfólio mostra o trabalho: os vídeos e as fotos que você sabe fazer. O mídia kit acrescenta números e público em volta disso: seguidores, alcance, engajamento e demografia. O UGC creator lidera com o portfólio, porque é o conteúdo que está sendo contratado.

Não é obrigatório, e a maioria prefere não fixar preço na página. O que ajuda de verdade é listar os formatos que você entrega e o que está incluso em cada um, para a marca saber sobre o que ela está pedindo orçamento. Se você quiser dar uma faixa, deixe claro que é ponto de partida e que o valor final depende do número de peças, do prazo e, principalmente, do uso: um vídeo só para o perfil da marca não vale o mesmo que um vídeo que ela vai impulsionar como anúncio por três meses.

Não. Como o UGC é contratado pelo conteúdo, e não pelo alcance, o seu portfólio funciona sem citar um único número de seguidores. O que a marca avalia é a luz, o enquadramento, a naturalidade na frente da câmera e se o produto fica atraente no seu vídeo.

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